
Olá, estrelinhas perdidas no espaço! °˖✧◝(⁰▿⁰)◜✧˖° Às vezes, a felicidade está escondida nas coisas mais simples do dia. E pensando nisso, resolvi compartilhar alguns dos meus pequenos tesouros, aquelas coisinhas que podem parecer bobas, mas que sempre conseguem deixar o meu dia, semana e até mês um pouquinho melhor.
✦ Escutar a risada da Alice e do Arthur, especialmente quando eles estão brincando juntos sem se matar, hahaha.
✦ Tomar uma bebida quentinha enquanto estou no computador, principalmente quando posso ficar quieta no meu canto jogando e escutando música.
✦ Comer chocolate até não aguentar mais. E tem que ser chocolate, não qualquer docinho.
✦ Quando o meu marido me abraça quando vou pra cama depois dele.
✦ Ficar olhando fotos antigas e lembrando dos momentos que elas guardam.
✦ Sentir o sol quentinho no rosto depois de uma noite difícil.
✦ Quando uma receita dá certo de primeira e todos em casa amam.
✦ Quando estou jogando e consigo passar daquela parte que estava me fazendo perder a paciência.
✦ Quando encontro uma coisa que achei que tinha perdido.
✦ Quando o meu marido está em casa.
✦ Conseguir assistir um filme sem interrupção de terceiros.
✦ Ir em um restaurante e a comida valer cada centavo.
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Como não olhar para trás se, às vezes, o passado ainda resolve bater na minha porta?

Há alguns anos
escrevi sobre isso. Sobre escolhas erradas, pessoas que eu queria esquecer, lembranças que insistiam em aparecer e aquela sensação de que eu não conseguia simplesmente viver o presente sem ser puxada de volta para o que já tinha acontecido.
Naquela época, parecia que o passado tinha criado uma casa dentro da minha cabeça e se recusava a ir embora. Eu queria seguir em frente, mas ao mesmo tempo ainda ficava presa em histórias que não aconteceram, em pessoas que já tinham ido embora e em momentos que eu gostaria de ter vivido de outra maneira.
Hoje, olhando para aquele texto, percebo que muita coisa mudou. Eu mudei. Algumas lembranças continuam existindo, claro, mas o passado não desaparece só porque decidimos fechar a porta. Mas aprendi que lembrar não significa precisar voltar. E que sentir saudade de alguma coisa não significa que ela ainda tenha lugar na nossa vida. Talvez eu tenha passado tempo demais tentando expulsar os meus fantasmas, quando o que eu realmente precisava era aprender a conviver com algumas lembranças sem deixar que elas decidissem por mim.
A vida continuou acontecendo. Conheci pessoas, vivi momentos que naquela época eu nem imaginava e construí várias histórias novas. Algumas foram boas, outras nem tanto — porque aparentemente a vida nunca perde a oportunidade de dar aquele bom e belo chute na bunda. E acho que é justamente por isso que gosto de reler esse texto. Ele me lembra de uma versão minha que acreditava que precisava esquecer o passado para conseguir viver o presente.
Hoje eu penso diferente. Eu não preciso esquecer. Só preciso entender que o passado pode bater na minha porta quantas vezes quiser, eu só não sou obrigada a abrir :)
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Quando estava lendo os temas para derrotar o vilão da semana para o BEDA, a que mais chamou a minha atenção foi o Baú de Memórias. E a primeira coisa que pensei foi em algo que tenho guardado há muitos anos e que, de alguma forma, acabou atravessando várias fases da minha vida comigo. É uma pelúcia de soldado que ganhei quando ainda era criança. Minha mãe comprou na C&A e, desde então, ele acabou fazendo parte da minha vida por muito mais tempo do que eu poderia imaginar.
Esse, senhoras e senhores, é o Sim Senhor.
*Aliás vou dedicar essa postagem a
Amanda, que em alguma
postagem onde eu mencionei o Sim Senhor, ela pediu para ver uma foto e eu não postei. Desculpa Amanda (´ ε ` )♡
A história que ele guarda talvez não seja a mais interessante de todas, mas é uma história que eu gosto de lembrar. O Sim Senhor fez parte de muitos momentos da minha infância. Esteve presente nas brincadeiras, nos dias comuns e naquela época em que qualquer brinquedo podia ganhar uma personalidade ou uma história própria. Talvez seja por isso que, depois de tantos anos, ele ainda tenha um lugar especial entre as minhas coisas.
Segundo a minha mãe, ela estava na loja para pagar alguma coisa e, quando estava na fila comigo, tinha uma
banca cheia de soldadinhos de pelúcia ao lado. Eu pedi para brincar um pouco com um deles e ela deixou, mas, quando fomos nos aproximando do caixa, ela pediu que eu o colocasse de volta no lugar e eu me recusei. Ela diz que fiz cara de choro e tudo. Aqui vale um detalhe importante sobre mim:
eu não fui uma criança pidona :) Minha mãe conta que sair comigo sempre foi muito tranquilo, ela até me oferecia as coisas, mas eu simplesmente negava. Então, naquele dia, ela não soube como me dizer não. Uma moça que estava atrás de nós na fila, vendo toda aquela situação, me perguntou qual era o nome do soldado. Minha mãe quis falar que ele ainda não tinha nome, mas eu prontamente respondi: "
É Sim Senhor!". E nunca mais foi outro nome. Talvez, na minha cabeça, fizesse todo sentido, já que ele era um soldado.
E acho que uma das partes mais legais dessa história é que o Sim Senhor não ficou apenas na minha infância. Hoje os meus filhos também brincam com ele, inventando suas próprias histórias com o mesmo soldadinho que um dia eu não quis devolver na C&A, hahaha. E foi muito importante para mim que meu marido também conhecesse o Sim Senhor, afinal, ele já fazia parte da minha vida muito antes de nós dois nos conhecermos.
No fim, ele continua por aqui, atravessando gerações e acumulando novas histórias. E eu espero que continue assim por muitos e muitos anos. ❤

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Olá leitores, blogueiros e fadinhas das terras mágicas! Tudo bom?
Enquanto eu pensava em qual postagem poderia trazer para esse desafio, acabei voltando alguns anos no meu próprio blog. E foi assim que reencontrei uma postagem que eu nem lembrava direito de como tinha escrito, mas que, depois de reler, pensei: é essa.
Eu publiquei esse texto em junho de 2019, mas ele fala principalmente sobre 2017. E que ano, meus amigos. Que ano!
Na época, eu estava tentando colocar um ponto final em algumas coisas que tinham acontecido comigo. Tinha terminado um relacionamento de quase quatro anos, passado por outro relacionamento que durou... bom, quase nada, saído de um emprego mequetrefe, me metido em problemas que envolveram até a polícia e, no meio de tudo isso, tinha engravidado. É basicamente um compilado de "como foi que eu vim parar aqui senhor?".
O mais curioso é que, apesar do título falar em coisas que eu queria lembrar para sempre, boa parte do texto nasceu justamente da vontade de deixar algumas coisas ruins pra trás. Eu queria lembrar das coisas boas, entender as ruins e, quem sabe, conseguir seguir em frente um pouco mais leve. E relendo hoje, tanto tempo depois, é engraçado perceber o quanto algumas coisas mudaram e o quanto outras continuam fazendo parte da minha história.
Tem uma Nathalia naquele texto que estava tentando entender o amor próprio, relacionamentos, escolhas e um monte de outras coisas ao mesmo tempo. Algumas conclusões daquela época hoje parecem óbvias para mim. Outras eu provavelmente escreveria de um jeito completamente diferente. Mas tem uma coisa que eu gosto nessa postagem: eu não tentei deixar a história bonita. Está tudo ali. O drama, as escolhas questionáveis, as coisas que me fizeram rir depois, as que me fizeram chorar e até aquelas partes que hoje me fazem pensar "Nathalia, pelo amor de Deus..." ꉂ (´∀`)ʱªʱªʱª E também tem uma parte muito importante da minha história registrada ali: o nascimento da minha filha. Talvez essa seja uma das maiores razões para eu querer que essa postagem continue existindo. Porque, no meio de toda aquela bagunça, também estava começando uma das fases mais importantes da minha vida.
Eu acho que é isso que torna os blogs tão legais. A gente escreve uma coisa hoje sem imaginar que, anos depois, aquilo pode virar uma pequena cápsula do tempo. E essa postagem é exatamente isso para mim. Uma cápsula de uma Nathalia que estava passando por muita coisa, tentando entender a própria vida e registrando tudo do jeito que conseguia.
Então, para o Legado da Guilda, minha recomendação é essa: Coisas de 2017 que eu quero lembrar para sempre.
Não é necessariamente o meu texto mais bonito. Nem o mais engraçado. E definitivamente não é o mais organizado. Mas talvez seja um dos que mais carregam uma parte da minha história. E acho que algumas coisas merecem ser redescobertas justamente por isso.
Terra desligo.
Beijos! ( ´ ▽ ` ).。o♡
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Quando eu li a proposta de escrever uma postagem inspirada em um texto publicado por outro participante do BEDA, fiquei com a sensação de "
Eita! E agora?". Acho que só não passei o dia todo lendo blogs, porque justamente hoje teve
café together, e alguns afazeres domésticos. Mas, entre uma coisa e outra, comecei a procurar algum texto que pudesse despertar alguma coisa em mim. Não precisava ser necessariamente um texto que eu tivesse achado maravilhoso ou que tivesse uma história parecida com a minha. Acho que eu só precisava encontrar alguma coisa que fizesse a minha cabeça parar por alguns minutos. Foi então que encontrei a poesia
Despedida, escrita pela
Patiele. E, para ser sincera, nunca tinha pensado em uma despedida dessa forma.
Normalmente, quando penso em despedidas, imagino só alguém indo embora mesmo. Um abraço apertado, um último "tchau" ou aquela promessa meio incerta de "a gente se fala 👋". Mas a poesia fala de uma despedida que acontece antes disso. De alguém que ainda está ali, mas que, de alguma forma, já está sendo deixado ir. E eu fiquei pensando nisso. Em quantas vezes a gente se despede sem perceber que está se despedindo?
Eu acho que o que mais me chamou atenção foi justamente essa sensação de que ela já sabe que pode acabar. Ela ainda está ali, ainda existe o beijo e o encontro, mas junto com tudo isso, existe a possibilidade de que seja a última vez. E talvez seja por não saber se os dois estão bem que ela já esteja, de certa forma, preparada para a despedida.
Fiquei pensando também, em como deve ser estranho estar com alguém e, ao mesmo tempo, ter essa incerteza. Estar ali, aproveitar aquele momento, mas também pensar que talvez não exista uma próxima vez. Sem saber se aquilo é só medo ou se, no fundo, você já percebeu que alguma coisa está chegando ao fim. Talvez seja isso que tenha ficado ecoando na minha cabeça depois de ler a poesia: não o medo de uma despedida que já aconteceu, mas a possibilidade de uma despedida que ainda nem aconteceu.
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Quando penso em um blog que marcou a minha trajetória, o primeiro que me vem à cabeça é o Kawaii World. Para quem acompanhou a época dos blogs, provavelmente vai entender o motivo. O Kawaii World era, talvez, um dos maiores blogs daquela época, com tutoriais e goodies autorais para quem queria aprender a personalizar o próprio blog.
Acho que uma das coisas que mais gosto de lembrar é justamente essa sensação de estar aprendendo sozinha. Não existia essa facilidade de hoje, em que basta perguntar alguma coisa para o google e encontramos dezenas de explicações. Muitas vezes era copiar um código, testar, dar errado, tentar de novo e comemorar quando finalmente funcionava. E quando funcionava, dava aquela sensação de "eu consegui!". Mesmo que fosse uma mudança pequena, como trocar uma cor, colocar um efeito ou modificar alguma parte do template, era muito legal perceber que você mesma tinha conseguido fazer aquilo.
O Kawaii World não foi apenas um blog de tutoriais para mim. Ele fez parte de uma época em que eu estava descobrindo como funcionavam os blogs e, de certa forma, também descobrindo que eu gostava de mexer com essas coisas. Personalizar um template, mudar uma cor, colocar um detalhe diferente... tudo isso fazia parte da diversão.
Hoje, quando olho para trás, acho curioso pensar que um simples blog com tutoriais poderia ter me marcado tanto. Talvez porque não era apenas sobre aprender códigos, e sim sobre criar um espaço que tivesse a minha personalidade. E talvez seja justamente por isso que o Kawaii World seja o blog que escolhi para relembrar. Porque, mesmo depois de tantos anos, algumas coisas daquela época continuam comigo: o gosto por blogs, por personalização e por passar horas mexendo em detalhes.
No fim, acho que o Kawaii World não ensinava apenas a mexer em um blog. Ele fazia parte daquela diversão de testar coisas novas e deixar o blog cada vez mais com a nossa cara.
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Hoje completou duas semanas que não estou falando com uma pessoa bem próxima, então resolvi fazer o que sempre faço quando isso acontece: respeitar o silêncio que me foi imposto. Talvez, e é bem provável, que tenha sido eu quem passou dos limites dessa vez, mas, como eu disse ao meu marido: “
É uma questão de perspectiva”. Ele não argumentou, apenas disse que eu peguei pesado. Então, vou pegar essa culpa, colocar junto com as outras e seguir em frente.

Eu não quero admitir que estou errada, mesmo sabendo que isso é possível. Aconteceu tudo em tom de brincadeira, até eu abrir a boca e falar algo “pesado”. Mas foi pesado pra quem? Porque, enquanto eu ouvia que meus filhos não puxaram nada de bom de mim, e sim de outra pessoa, todos estavam rindo. Então era engraçado dizer que eu, como mãe ou como ser humano, não tenho nada de bom a oferecer? Principalmente aos meus filhos? Por exemplo, se Alice é uma boa aluna, então ela “puxou” a pessoa X da família, e não a mim.
...
Talvez eu realmente não tenha sido uma boa aluna. Nem mesmo uma boa filha.
Essas coisas sempre acontecem comigo. Todos estão sempre brincando, fazendo suas piadas e tirando sarro de mim. Mas, aparentemente, quando eu respondo, é algo que machuca, rs. Irônico? Ou será que sou eu que sou sem noção? Será que sou sensível demais?
Segundo o meu marido, meu senso de humor é ótimo e bem parecido com o dele. Isso às vezes me deixa um pouco pensativa, porque, quando ele faz a piada é legal. Quando eu faço, não é. Talvez o problema nem seja a piada em si. Talvez seja quem está fazendo a piada e, principalmente, quem está do outro lado dela. Porque eu consigo rir de mim mesma. Consigo ouvir coisas sobre mim, fazer piada com os meus próprios defeitos e de vez em quando reconhecer quando alguém tem razão. O que eu não consigo entender é por que existe uma diferença tão grande entre poder rir de mim e eu poder rir dos outros. E talvez seja justamente aí que a minha culpa está: eu achei que tinha liberdade para brincar dos dois lados. Achei que, se eu conseguia ouvir, também poderia falar. Só que, aparentemente, não funciona assim.
Então fico tentando entender qual é o limite. Até onde eu posso brincar? O que é engraçado e o que deixa de ser? Quem decide isso? Porque, quando a brincadeira é comigo, parece que eu deveria simplesmente rir. Quando a brincadeira parte de mim, parece que eu deveria ter mais cuidado ou somente ficar quieta.
...
Talvez eu tenha passado do limite.
Talvez tenha tocado em um ponto que não deveria. Talvez eu devesse simplesmente reconhecer isso, pedir desculpas e deixar para lá. Talvez... Mas reconhecer que errei não apaga o fato de que algumas coisas também me machucam.
Eu acho que é isso que mais me incomoda. Não é exatamente a culpa. É a sensação de que, no final, eu sempre acabo sendo a pessoa que exagerou, que entendeu errado, que foi sensível demais ou que não soube brincar. Enquanto isso, todo mundo segue rindo. E eu fico aqui, tentando descobrir em que momento a brincadeira deixou de ser engraçada.
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Para a missão da semana contra o vilão, eu escolhi
Relíquia do Tempo —
liste cinco coisas que fizeram parte do seu dia. Na verdade, eu queria corrida contra o relógio, mas acredito que eu seria a minha própria vilã e não quis me frustrar. E, apesar dos últimos dias terem sido quase iguais, acho que dá para montar uma lista com uma simples sexta-feira de agosto. Então...
1. Acordei atrasa - Acho um belo jeito de começar uma sexta, né? No final, deu tempo de arrumar a Alice, a lancheira e a mochila para a escola. Faltou muito pouco para eu mandar uma mensagem para a piruá e avisar que ela não iria, mas ela tinha prova, então tive que ser responsável. blé
2. Cortei a mão - Na foto parece um simples arranhão, mas foi feito em um grampo solto do sofá e sangrou bastante. A sorte é que fui eu que me machuquei, e não as crianças. Ainda está dolorido, principalmente quando estico os dedos.
3. Voltei com os dramas coreanos - São tantas coisas para assistir que comecei a me perguntar o que eu realmente queria assistir por mim mesma, sem deixar que o hype falasse mais alto. A quantidade de séries e filmes que nunca comecei porque sempre tem um novo lançamento é um pouco grande. Então, depois de um momento de reflexão, decidi assistir aos novos dramas coreanos lançados na Netflix. rs.
4. Sextou, mas gripada - Hoje a gripe resolveu participar do meu dia do começo ao fim. Passei boa parte do tempo com o nariz entupido, espirrando e tentando ignorar o cansaço. Fiz o que precisava fazer em casa, e entre uma tarefa e outra, aproveitei qualquer oportunidade para sentar e descansar um pouco. No fim, foi só mais uma sexta-feira, mas com menos disposição, mais lenços de papel, uma vontade enorme de ir pra cama e o meu filho para cuidar.
5. E toda sexta a noite - Depois que comecei a namorar o meu então marido, toda sexta a noite a janta é "
besteira". Hoje foi pizza de marguerita e guaraná :) Confesso que depois de cinco anos, já zerei quase todos os sabores de pizzas, esfihas, hamburgueres, beirutes, frangos frito, salgados e etc. Queria começar a era fitness? Sim. Vou começar? Não.
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Olá, pulgas saltitantes! Estou participando do
BEDA do Entreblogs! Mais precisamente, do desafio da Jornada do Patrulheiro (BEWA), que consiste em escrever pelo menos uma postagem por semana. Eu já comecei o desafio, mas, antes de terminar o mês, quero apresentar a minha personagem:
Faeryn Muktā, a Escriba Errante. A postagem vai ficar um pouco confusa, talvez. Tem significado de nome, palavras estranhas, personagem e provavelmente algumas coisas que só fazem sentido dentro da minha cabeça. Mas vamos lá.
A escolha do primeiro nome, Faeryn, não foi tão difícil. Sem um significado exato, podemos interpretar algo próximo de "fadas", "filha de fadas" ou "ligada à magia/natureza". Já Muktā é a abreviação da palavra Muktātman que em sânscrito, ātman pode significar "alma" ou "espírito", enquanto mukta significa "liberto". A combinação muktātman é registrada como "emancipada/alma liberta" — uma alma libertada. Vem da ideia de alguém que foi libertado de algo que a prendia, e não necessariamente algo físico. Então podemos dizer que Faeryn Muktā significa algo como espírito de fada com a alma livre ou libertada.
Escriba é aquele que se dedica à escrita, especialmente ao registro de acontecimentos, informações e conhecimentos. Nos tempos antigos, os escribas eram responsáveis por colocar histórias e fatos no papel, preservando tudo que era importe e que poderia ser esquecido. Já Errante é aquele que vaga de um lugar para outro, sem permanecer em um único lugar por muito tempo. É alguém que percorre diferentes caminhos, guiado pelo desejo de conhecer novos lugares e experiências. Juntos, Escriba Errante representa alguém que viaja pelo mundo enquanto registra tudo aquilo que encontra pelo caminho. Eu queria muito que a Faeryn passasse essa ideia de viajante: alguém que leva seu caderno e sua pena registrando os lugares que conhece, as pessoas que encontra e os acontecimentos que fazem parte da sua jornada. Para ela, escrever é uma forma de guardar um pouco de cada lugar por onde passa.
✳ Nome: Faeryn Muktā.
✳ Raça: Elfo.
✳ Classe: Cronista.
✳ Jornada: Jornada do Patrulheiro.
O mundo sempre lhe pareceu grande demais para ser visto apenas uma vez. Fez das estradas o seu lar e da curiosidade a sua maior companheira. Viaja por terras distantes, desbrava trilhas esquecidas e raramente resiste ao chamado de um lugar desconhecido, mesmo que isso às vezes lhe renda alguns problemas e, uma cicatriz para recordar. Entre uma aventura e outra, Faeryn abre seu velho caderno e transforma lembranças em palavras. Não coleciona apenas mapas ou paisagens, mas também encontros, lendas e pequenos momentos que tornam cada jornada única. Para ela, as maiores riquezas do mundo são aquelas que merecem ser lembradas.
"Alguns caminhos são especiais não pelo lugar onde terminam, mas pelas pessoas que encontramos."
Durante uma de suas viagens, Faeryn chegou a uma pequena vila justamente quando acontecia uma feira. Pretendia passar apenas uma noite, mas acabou se envolvendo em uma competição de tiro ao alvo organizada pelos moradores. Não ganhou, mas acabou conhecendo um grupo de viajantes que também estava de passagem. O que deveria ser apenas uma noite acabou se transformando em alguns dias de aventuras. Entre refeições compartilhadas, caminhadas pelas redondezas e muitas histórias contadas ao redor da fogueira, Faeryn acabou fazendo novos amigos. Antes de seguirem caminhos diferentes, ela registrou seus nomes e algumas das melhores lembranças daqueles dias em seu caderno. Ela seguiu viagem sem saber o que encontraria pela frente, mas pronta para descobrir.
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Esse texto está parado há mais tempo que qualquer outro. Talvez por ser sensível demais ou por eu não saber como expressar sentimentos confusos. O que era pra ser amor, amizade e qualquer outra coisa boa, na verdade, é uma mistura de tudo. Isso inclui ingratidão da minha parte também.
Porque é difícil falar sobre alguém que, ao mesmo tempo em que te fez feliz, também te fez sentir coisas que você não sabe explicar. É difícil separar as lembranças boas das ruins quando elas parecem morar no mesmo lugar, e talvez seja justamente isso que me fez demorar tanto para escrever.
Eu sei que existem coisas pelas quais sou grata. Sei das vezes em que fui cuidada, das coisas que recebi, dos momentos bons e de tudo aquilo que, olhando de fora, deveria ser suficiente para dizer “
eu tive uma boa infância”. E talvez eu tenha tido. Mas isso não apaga o que doeu. E é aí que começa a parte complicada, porque admitir que algo me machucou parece, na minha cabeça, uma espécie de acusação. Como se reconhecer a
minha própria dor significasse dizer que tudo de bom não valeu de nada. Como se eu estivesse sendo injusta, ingrata ou não tivesse o direito de me sentir assim. Só que sentimentos não funcionam desse jeito, né?
Eu posso ser grata e ainda assim ter ficado triste. Posso amar e ainda sentir medo. Posso guardar lembranças boas e, ao mesmo tempo, não querer reviver algumas delas. Talvez o mais difícil seja aceitar que essas coisas podem existir juntas, sem que uma torne a outra uma mentira. Talvez seja por isso que algumas lembranças sejam tão difíceis de colocar em palavras, porque nem sempre foram grandes acontecimentos isolados. Às vezes eram coisas pequenas, mas que, quando você é criança, parecem enormes. Um tratamento de silêncio que fazia a casa parecer muito maior e mais vazia do que realmente era. Um olhar que fazia você pensar duas vezes antes de abrir a boca. A sensação de não saber exatamente o que tinha feito, mas saber que tinha feito alguma coisa.
Não quero transformar todas as lembranças boas em algo ruim só porque algumas delas doeram. Também não quero fingir que nada aconteceu só porque hoje consigo olhar para algumas coisas de outra maneira. Acho que, por muito tempo, tentei escolher entre uma e outra, como se precisasse decidir se fui feliz ou se fui machucada. E hoje começo a entender que posso ter sido as duas coisas.
Bom, ainda tenho medo e ainda penso demais antes de tomar algumas decisões. Ainda procuro aprovação e, às vezes, me pego querendo ter certeza de que estou fazendo tudo certo. Uma parte de mim ainda é aquela criança tentando descobrir o que precisa fazer para não decepcionar. E acho que é justamente isso que estou tentando mudar. Não apagar o que aconteceu, não fingir que não doeu e muito menos transformar tudo em algo ruim. Só aprender que algumas escolhas podem ser minhas, mesmo quando ninguém diz que estão certas.
Ainda não sei fazer isso muito bem. Na verdade, provavelmente vou continuar pensando demais, procurando aprovação e me perguntando se estou fazendo a coisa certa. Mas agora consigo perceber que esse medo existe e que ele não precisa decidir tudo por mim. Eu não preciso escolher entre amar e reconhecer o que me machucou. Não preciso transformar as lembranças boas em mentira para validar as ruins. Posso guardar as duas coisas e seguir em frente com elas. E acho que, depois de tanto tempo, era isso que eu precisava dizer.
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Olá! Hoje vamos iniciar o mês com um meme do nosso saudoso Together, que graças a Shana nos deu várias ideias de postagens ótimas durante alguns anos. O tema escolhido em questão foi bem interessante, já que eu não gosto da minha caligrafia e sempre fico nervosa quando tenho que escrever alguma coisa, hahaha: Um meme, mas feito à mão. Como eu não participei dessa postagem na época (sem lembrar o motivo), vou deixar vocês horrorizados com a minha letra novamente :) É isso galerinha, vou deixar todas as atualizações dos últimos meses para o final da postagem.

Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva do Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais,
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15 fatos, só que à mão
1. De que lugar e momento você responde? [molde: Cidade, 00 de mês de 0000]
2. Como está se sentindo hoje?
3. Fale algo muito aleatório sobre você.
4. Qual foi a última coisa que você comeu?
5. O que está ouvindo no momento?
6. Está lendo ou assistindo algo? Se sim, o quê?
7. Onde você queria estar agora?
8. Indique uma música aos seus leitores.
9. Qual a sua estação do ano predileta?
10. Uma frase com a qual você tem se identificado no momento.
11. Algo que você precisa fazer, mas está com preguiça.
12. Pra quem você deixaria um bilhete hoje, e o quê escreveria nele?
13. Indique um lugar para seus leitores visitarem!
14. Um desejo do momento.
15. Faça um desenho que te defina atualmente!
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Olá! Como você está? Espero que bem :)
Hoje vai ter mais um 6 on 6 e na data certa (rs). O tema foi escolhido pela
Emi, e eu confesso que foi um tema um pouco difícil. Mas depois de um tempo achei as fotos que combinavam. Então vamos lá.
A gatinha da minha prima que se não me engano se chama Nut. Eu acho ela super fofa e carinhosa, ao contrario da Alice que ela feia XD
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Olá pessoas do planeta terra! o/
Voltei para mais uma blogagem coletiva e sim, estou muito
atrasada. Mas muitas coisas estão acontecendo e eu gostaria de poder dizer que a maioria são coisas boas, mas vou ficar devendo essa boa energia. Mas voltando ao tema, que aliás foi escolhido pela
Arantxa, a ideia é mostra lugares que passamos e achamos legais, bonitos ou malucos e registramos para guardar o momento ou por querer compartilhar mesmo. Então prestem atenção!
6 on 6
Festa da Achiropita é uma festa de rua no Bixiga com comidas italianas e é super lotado. Você só paga pelo que consome e assim ajuda a manter os projetos sociais da comunidade. Apesar das filas enormes, vale muito a pena experimentar algumas da comidas. Quando eu fui em 2022, comi fogazza, spaghetti e dois doces que não lembro o nome.
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Olá, tudo bem?
Ahh.. Faz tempo né?! Tenho tanto para contar, tanto para desabafar. Muita coisa aconteceu e muita coisa se desfez, mas isso é conversa para outra postagem.
Algumas semanas atrás fui convidada pela
Amanda para participar de uma blogaglem coletiva,
6 on 6. A ideia é postar seis fotos no dia seis de cada mês. Esse mês teve tema, mas não é exatamente uma regra. Sem mais delongas, vamos a minha primeira postagem desse gênero (eu nunca fiz esse tipo de postagem sozinha e também nunca me convidaram até o momento).
6 on 6
1. Se tem uma coisa que eu gosto nesse mundo, é o cheiro da Liloca. Talvez seja coisa de mãe, mas mesmo depois de cinco anos eu ainda amo esse cheirinho só dela.
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Olá seres mágicos, como estão?
Eu ando sumida, mas ando feliz. Muitas novidades, muitos sorrisos e muita coisa boa rolando fora da internet. O blog anda parado, mas eu não me esqueci dele, eu só estava vivendo a vida real (finalmente, rs). Quando estiver com um pouco mais de tempo, eu juro que venho aqui contar as novidades do jeito que eu gosto, ou seja, cheio de detalhes :D
Por agora vou atualizar o blog com a ajuda do Together que lançou um tema bem pessoal: compartilhar a sua melhor memória! Então vamos lá.
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Olá pessoas! Hoje eu tive a brilhante ideia de curtir bastante e agora estou com dor de cabeça, haha. Claro, ficar em casa é um saco, mas que bom que eu ainda me sinto bem para aproveitar a minha house numa boa. Até rolou jogar com um amigo enquanto comia alguns pastéis veg. Sério, melhor que isso só quando a ameaça de morte não estiver nas ruas. Aliás, vocês andam se cuidando?! Eu reforcei os meus cuidados e os da Alice e continuo evitando sair ao máximo. Depois de um ano isso tinha que ser automático porém (...) está um saco tudo isso. Até poderia falar que ninguém aguenta mais só que
blééé todo mundo já sabe. Eu imagino que apesar de ruim tudo isso, ainda bem que temos a internet e meios para nos distrair ou algo assim. Hahaha.
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Olá pessoas! Como vocês estão? Eu sigo bem. Eee é isso. Eu ainda vou voltar e tentar colocar para fora tudo o que aconteceu desde a última vez que eu estive aqui. Vai ter um momento hard, mas os outros são aleatórios (não sei, ainda estou escrevendo. Não é uma coisa que esteja empenhada para postar, é só quando eu estou afim mesmo). Eu também fiz um layout novo, mas confesso que já estou enjoada dele, rs. Não sei explicar, eu simplesmente terminei e já não aguentava mais olha para ele, e isso já faz um mês e meio. Mas não se enganem, minha aversão é maior por esse layout que está agora (sério, amo o LOONA ♡ mas eu não aguento mais esse brancão. JÁ FAZ UM ANO E SEIS MESES QUE ESSE LAYOUT ESTÁ AQUI!!!111!1 EU NÃO AGUENTO MAIS!!!11!1!! Desculpa gente).
Bom, hoje a postagem vai ser um
Revival mais um
Flashback do
Together em comemoração aos seus
quatro anos de existência. O tema que eu escolhi para o revival foi "
O que tem na sua bolsa?", porque é simples e bem de boinha, né!? Não queira algo muito elaborado, pois como podem ver estou postando de última hora, e fora que estou com a garganta inflamada com todo o plus que vem com a doença. Ok, vou começar com o flashback e seguimos daí.

Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva de Junho do
Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais,
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Para: Lee Taeil

Tentei começar mil vezes essa carta e ainda sim, sinto que não comecei bem. Acho que é assim que me sinto em relação a você, perdida. Gosto da sua voz e de como trabalhou duro até hoje, mas suas incertezas - e as vezes imaturidade - me deixam confusa.
O último período com poucas notícias suas, foram frias. Sei que você aguentou firme e cumpriu o seu papel para com o seu país, e tenho imenso orgulho disso. Você voltou até diferente e creio que isso é bom, mas só tempo dirá que o realmente mudou em você.
Agora são bons momentos para se passar com os amigos.
Eu sempre vou estar aqui te admirando e torcendo. Só venha me ver em breve, por favor!
Com amor, Nat ♡
Para: Kwon Jiyong

Você que já me fez rir e chorar, me fez querer ir até você para dizer boas verdades. Mas a vida é sua, né. Mesmo se eu estivesse lá, ao seu lado, você faria mesmo assim, porque você é um espírito livre e sempre quis tudo isso. Sempre foi muito intenso e ótimo com a sua música, você nunca teve dúvidas que chegaria lá.
Acho que foi fácil pra mim se apaixonar, mesmo não querendo, isso aconteceu de uma forma natural. Mas com esse sorriso, é até maldade.
Sinto falta da sua companhia com uma taça de vinho.
Com amor, Nat ♡
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Novo ano, novas metas e tentativas de fazer o ano render coisas boas. No geral o que eu mais quero desse ano é paz. Sinto que a minha cabeça não está tão bem como de costume, ou ela está no seu pior estado. Mas o que dizem os universitários sobre isso? Bem, não tenho falado com eles e eles não devem saber que estou aqui. shh...
Apesar de tudo e todos, coisas interessantes ainda acontecem por aqui, por exemplo, esta é a postagem de
número 100 do Nasetet! *
confete* Ebaa! Obrigada, obrigada! Ninguém acreditava, mas olha aí, conseguimos. Outro exemplo é a persistência da senhorita
Shana em (talvez) me deixar um tanto quanto desconsertada em relação a minha letra, o que me lembra em dizer que esta postagem é sobre o novo tema do Together :D

Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva de Janeiro do
Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais,
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Gêmeos, esse é o meu signo. Muitos não gostam por que acham que pessoas de Gêmeos são falsas, duas caras e vários outros adjetivos ruins, mas no final das contas, isso é só uma desculpa fajuta para não querer conhecer alguém. Eu gosto muito das estrelas e suas constelações, mas elas não deveriam receber a culpa pelas nossas ações. E falando em constelação, eu quero muito defender a de Gêmeos, pois o amor fraterno e a bizarrice da história é muito para mim, rs.
O mito conta que Zeus se apaixonou por uma mulher chamada Leda que já era casada com o rei de Esparta, Tíndaro. Então o senhor do céu se transformou em um cisne e se aproximou da mulher. Um tempo depois Leda sentiu dores fortes em seu ventre e logo após botou dois ovos. Em um havia Castor e Helena e no outro ovo Pólux e Clitemnestra. Pólux e Helena eram filhos de Zeus, imortais. Castor e Climnestra eram filhos de Tíndaro, mortais.
Mesmo com pais diferentes, Castor e Pólux tornaram-se grandes amigos e viveram grandes batalhas. Em uma dessas batalhas Castor foi morto e Pólux tentou se matar para ficar com seu irmão, quando não conseguiu, Zeus desceu do céu e contou a Pólux que era seu pai. Pólux então implorou a Zeus que desse a sua imortalidade a seu irmão. Ao ouvir isso, Zeus transforma os dois na constelação de Gêmeos. Bem bonitinho, né?
Mas voltando para os signos, vou falar como eu me identifico com o meu e várias outras coisas aleatórias, como por exemplo essa
música do GUM que fala sobre Gêmeos e é bem bizarra, rs.
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