Blogueiros raiz, uni-vos!
         
Olá, estrelinhas perdidas no espaço! °˖✧◝(⁰▿⁰)◜✧˖° Às vezes, a felicidade está escondida nas coisas mais simples do dia. E pensando nisso, resolvi compartilhar alguns dos meus pequenos tesouros, aquelas coisinhas que podem parecer bobas, mas que sempre conseguem deixar o meu dia, semana e até mês um pouquinho melhor.

✦ Escutar a risada da Alice e do Arthur, especialmente quando eles estão brincando juntos sem se matar, hahaha.

✦ Tomar uma bebida quentinha enquanto estou no computador, principalmente quando posso ficar quieta no meu canto jogando e escutando música.

✦ Comer chocolate até não aguentar mais. E tem que ser chocolate, não qualquer docinho.

✦ Quando o meu marido me abraça quando vou pra cama depois dele.

✦ Ficar olhando fotos antigas e lembrando dos momentos que elas guardam.

✦ Sentir o sol quentinho no rosto depois de uma noite difícil.

✦ Quando uma receita dá certo de primeira e todos em casa amam.

✦ Quando estou jogando e consigo passar daquela parte que estava me fazendo perder a paciência.

✦ Quando encontro uma coisa que achei que tinha perdido.

✦ Quando o meu marido está em casa.

✦ Conseguir assistir um filme sem interrupção de terceiros.

✦ Ir em um restaurante e a comida valer cada centavo.

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postado por Nat às 23:58 • 28 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Como não olhar para trás se, às vezes, o passado ainda resolve bater na minha porta?

Há alguns anos escrevi sobre isso. Sobre escolhas erradas, pessoas que eu queria esquecer, lembranças que insistiam em aparecer e aquela sensação de que eu não conseguia simplesmente viver o presente sem ser puxada de volta para o que já tinha acontecido.

Naquela época, parecia que o passado tinha criado uma casa dentro da minha cabeça e se recusava a ir embora. Eu queria seguir em frente, mas ao mesmo tempo ainda ficava presa em histórias que não aconteceram, em pessoas que já tinham ido embora e em momentos que eu gostaria de ter vivido de outra maneira.

Hoje, olhando para aquele texto, percebo que muita coisa mudou. Eu mudei. Algumas lembranças continuam existindo, claro, mas o passado não desaparece só porque decidimos fechar a porta. Mas aprendi que lembrar não significa precisar voltar. E que sentir saudade de alguma coisa não significa que ela ainda tenha lugar na nossa vida. Talvez eu tenha passado tempo demais tentando expulsar os meus fantasmas, quando o que eu realmente precisava era aprender a conviver com algumas lembranças sem deixar que elas decidissem por mim.

A vida continuou acontecendo. Conheci pessoas, vivi momentos que naquela época eu nem imaginava e construí várias histórias novas. Algumas foram boas, outras nem tanto — porque aparentemente a vida nunca perde a oportunidade de dar aquele bom e belo chute na bunda. E acho que é justamente por isso que gosto de reler esse texto. Ele me lembra de uma versão minha que acreditava que precisava esquecer o passado para conseguir viver o presente.

Hoje eu penso diferente. Eu não preciso esquecer. Só preciso entender que o passado pode bater na minha porta quantas vezes quiser, eu só não sou obrigada a abrir :)

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postado por Nat às 23:09 • 27 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Quando estava lendo os temas para derrotar o vilão da semana para o BEDA, a que mais chamou a minha atenção foi o Baú de Memórias. E a primeira coisa que pensei foi em algo que tenho guardado há muitos anos e que, de alguma forma, acabou atravessando várias fases da minha vida comigo. É uma pelúcia de soldado que ganhei quando ainda era criança. Minha mãe comprou na C&A e, desde então, ele acabou fazendo parte da minha vida por muito mais tempo do que eu poderia imaginar.


Esse, senhoras e senhores, é o Sim Senhor.

*Aliás vou dedicar essa postagem a Amanda, que em alguma postagem onde eu mencionei o Sim Senhor, ela pediu para ver uma foto e eu não postei. Desculpa Amanda (´ ε ` )♡

A história que ele guarda talvez não seja a mais interessante de todas, mas é uma história que eu gosto de lembrar. O Sim Senhor fez parte de muitos momentos da minha infância. Esteve presente nas brincadeiras, nos dias comuns e naquela época em que qualquer brinquedo podia ganhar uma personalidade ou uma história própria. Talvez seja por isso que, depois de tantos anos, ele ainda tenha um lugar especial entre as minhas coisas.

Segundo a minha mãe, ela estava na loja para pagar alguma coisa e, quando estava na fila comigo, tinha uma banca cheia de soldadinhos de pelúcia ao lado. Eu pedi para brincar um pouco com um deles e ela deixou, mas, quando fomos nos aproximando do caixa, ela pediu que eu o colocasse de volta no lugar e eu me recusei. Ela diz que fiz cara de choro e tudo. Aqui vale um detalhe importante sobre mim: eu não fui uma criança pidona :) Minha mãe conta que sair comigo sempre foi muito tranquilo, ela até me oferecia as coisas, mas eu simplesmente negava. Então, naquele dia, ela não soube como me dizer não. Uma moça que estava atrás de nós na fila, vendo toda aquela situação, me perguntou qual era o nome do soldado. Minha mãe quis falar que ele ainda não tinha nome, mas eu prontamente respondi: "É Sim Senhor!". E nunca mais foi outro nome. Talvez, na minha cabeça, fizesse todo sentido, já que ele era um soldado.

E acho que uma das partes mais legais dessa história é que o Sim Senhor não ficou apenas na minha infância. Hoje os meus filhos também brincam com ele, inventando suas próprias histórias com o mesmo soldadinho que um dia eu não quis devolver na C&A, hahaha. E foi muito importante para mim que meu marido também conhecesse o Sim Senhor, afinal, ele já fazia parte da minha vida muito antes de nós dois nos conhecermos.

No fim, ele continua por aqui, atravessando gerações e acumulando novas histórias. E eu espero que continue assim por muitos e muitos anos. ❤

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postado por Nat às 23:58 • 26 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Olá leitores, blogueiros e fadinhas das terras mágicas! Tudo bom?
Enquanto eu pensava em qual postagem poderia trazer para esse desafio, acabei voltando alguns anos no meu próprio blog. E foi assim que reencontrei uma postagem que eu nem lembrava direito de como tinha escrito, mas que, depois de reler, pensei: é essa.

Coisas de 2017 que eu quero lembrar para sempre

Eu publiquei esse texto em junho de 2019, mas ele fala principalmente sobre 2017. E que ano, meus amigos. Que ano!

Na época, eu estava tentando colocar um ponto final em algumas coisas que tinham acontecido comigo. Tinha terminado um relacionamento de quase quatro anos, passado por outro relacionamento que durou... bom, quase nada, saído de um emprego mequetrefe, me metido em problemas que envolveram até a polícia e, no meio de tudo isso, tinha engravidado. É basicamente um compilado de "como foi que eu vim parar aqui senhor?".


O mais curioso é que, apesar do título falar em coisas que eu queria lembrar para sempre, boa parte do texto nasceu justamente da vontade de deixar algumas coisas ruins pra trás. Eu queria lembrar das coisas boas, entender as ruins e, quem sabe, conseguir seguir em frente um pouco mais leve. E relendo hoje, tanto tempo depois, é engraçado perceber o quanto algumas coisas mudaram e o quanto outras continuam fazendo parte da minha história.

Tem uma Nathalia naquele texto que estava tentando entender o amor próprio, relacionamentos, escolhas e um monte de outras coisas ao mesmo tempo. Algumas conclusões daquela época hoje parecem óbvias para mim. Outras eu provavelmente escreveria de um jeito completamente diferente. Mas tem uma coisa que eu gosto nessa postagem: eu não tentei deixar a história bonita. Está tudo ali. O drama, as escolhas questionáveis, as coisas que me fizeram rir depois, as que me fizeram chorar e até aquelas partes que hoje me fazem pensar "Nathalia, pelo amor de Deus..." ꉂ (´∀`)ʱªʱªʱª E também tem uma parte muito importante da minha história registrada ali: o nascimento da minha filha. Talvez essa seja uma das maiores razões para eu querer que essa postagem continue existindo. Porque, no meio de toda aquela bagunça, também estava começando uma das fases mais importantes da minha vida.

Eu acho que é isso que torna os blogs tão legais. A gente escreve uma coisa hoje sem imaginar que, anos depois, aquilo pode virar uma pequena cápsula do tempo. E essa postagem é exatamente isso para mim. Uma cápsula de uma Nathalia que estava passando por muita coisa, tentando entender a própria vida e registrando tudo do jeito que conseguia.

Então, para o Legado da Guilda, minha recomendação é essa: Coisas de 2017 que eu quero lembrar para sempre.

Não é necessariamente o meu texto mais bonito. Nem o mais engraçado. E definitivamente não é o mais organizado. Mas talvez seja um dos que mais carregam uma parte da minha história. E acho que algumas coisas merecem ser redescobertas justamente por isso.

Terra desligo.
Beijos! ( ´ ▽ ` ).。o♡

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postado por Nat às 01:16 • 25 agosto 2026 • 0 Comentário/s

Quando eu li a proposta de escrever uma postagem inspirada em um texto publicado por outro participante do BEDA, fiquei com a sensação de "Eita! E agora?". Acho que só não passei o dia todo lendo blogs, porque justamente hoje teve café together, e alguns afazeres domésticos. Mas, entre uma coisa e outra, comecei a procurar algum texto que pudesse despertar alguma coisa em mim. Não precisava ser necessariamente um texto que eu tivesse achado maravilhoso ou que tivesse uma história parecida com a minha. Acho que eu só precisava encontrar alguma coisa que fizesse a minha cabeça parar por alguns minutos. Foi então que encontrei a poesia Despedida, escrita pela Patiele. E, para ser sincera, nunca tinha pensado em uma despedida dessa forma.

Normalmente, quando penso em despedidas, imagino só alguém indo embora mesmo. Um abraço apertado, um último "tchau" ou aquela promessa meio incerta de "a gente se fala 👋". Mas a poesia fala de uma despedida que acontece antes disso. De alguém que ainda está ali, mas que, de alguma forma, já está sendo deixado ir. E eu fiquei pensando nisso. Em quantas vezes a gente se despede sem perceber que está se despedindo?

Eu acho que o que mais me chamou atenção foi justamente essa sensação de que ela já sabe que pode acabar. Ela ainda está ali, ainda existe o beijo e o encontro, mas junto com tudo isso, existe a possibilidade de que seja a última vez. E talvez seja por não saber se os dois estão bem que ela já esteja, de certa forma, preparada para a despedida.

Fiquei pensando também, em como deve ser estranho estar com alguém e, ao mesmo tempo, ter essa incerteza. Estar ali, aproveitar aquele momento, mas também pensar que talvez não exista uma próxima vez. Sem saber se aquilo é só medo ou se, no fundo, você já percebeu que alguma coisa está chegando ao fim. Talvez seja isso que tenha ficado ecoando na minha cabeça depois de ler a poesia: não o medo de uma despedida que já aconteceu, mas a possibilidade de uma despedida que ainda nem aconteceu.

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postado por Nat às 23:32 • 22 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Quando penso em um blog que marcou a minha trajetória, o primeiro que me vem à cabeça é o Kawaii World. Para quem acompanhou a época dos blogs, provavelmente vai entender o motivo. O Kawaii World era, talvez, um dos maiores blogs daquela época, com tutoriais e goodies autorais para quem queria aprender a personalizar o próprio blog.

Acho que uma das coisas que mais gosto de lembrar é justamente essa sensação de estar aprendendo sozinha. Não existia essa facilidade de hoje, em que basta perguntar alguma coisa para o google e encontramos dezenas de explicações. Muitas vezes era copiar um código, testar, dar errado, tentar de novo e comemorar quando finalmente funcionava. E quando funcionava, dava aquela sensação de "eu consegui!". Mesmo que fosse uma mudança pequena, como trocar uma cor, colocar um efeito ou modificar alguma parte do template, era muito legal perceber que você mesma tinha conseguido fazer aquilo.

O Kawaii World não foi apenas um blog de tutoriais para mim. Ele fez parte de uma época em que eu estava descobrindo como funcionavam os blogs e, de certa forma, também descobrindo que eu gostava de mexer com essas coisas. Personalizar um template, mudar uma cor, colocar um detalhe diferente... tudo isso fazia parte da diversão.

Hoje, quando olho para trás, acho curioso pensar que um simples blog com tutoriais poderia ter me marcado tanto. Talvez porque não era apenas sobre aprender códigos, e sim sobre criar um espaço que tivesse a minha personalidade. E talvez seja justamente por isso que o Kawaii World seja o blog que escolhi para relembrar. Porque, mesmo depois de tantos anos, algumas coisas daquela época continuam comigo: o gosto por blogs, por personalização e por passar horas mexendo em detalhes.

No fim, acho que o Kawaii World não ensinava apenas a mexer em um blog. Ele fazia parte daquela diversão de testar coisas novas e deixar o blog cada vez mais com a nossa cara.

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postado por Nat às 23:59 • 21 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Hoje completou duas semanas que não estou falando com uma pessoa bem próxima, então resolvi fazer o que sempre faço quando isso acontece: respeitar o silêncio que me foi imposto. Talvez, e é bem provável, que tenha sido eu quem passou dos limites dessa vez, mas, como eu disse ao meu marido: “É uma questão de perspectiva”. Ele não argumentou, apenas disse que eu peguei pesado. Então, vou pegar essa culpa, colocar junto com as outras e seguir em frente.


Eu não quero admitir que estou errada, mesmo sabendo que isso é possível. Aconteceu tudo em tom de brincadeira, até eu abrir a boca e falar algo “pesado”. Mas foi pesado pra quem? Porque, enquanto eu ouvia que meus filhos não puxaram nada de bom de mim, e sim de outra pessoa, todos estavam rindo. Então era engraçado dizer que eu, como mãe ou como ser humano, não tenho nada de bom a oferecer? Principalmente aos meus filhos? Por exemplo, se Alice é uma boa aluna, então ela “puxou” a pessoa X da família, e não a mim.

...

Talvez eu realmente não tenha sido uma boa aluna. Nem mesmo uma boa filha.

Essas coisas sempre acontecem comigo. Todos estão sempre brincando, fazendo suas piadas e tirando sarro de mim. Mas, aparentemente, quando eu respondo, é algo que machuca, rs. Irônico? Ou será que sou eu que sou sem noção? Será que sou sensível demais?

Segundo o meu marido, meu senso de humor é ótimo e bem parecido com o dele. Isso às vezes me deixa um pouco pensativa, porque, quando ele faz a piada é legal. Quando eu faço, não é. Talvez o problema nem seja a piada em si. Talvez seja quem está fazendo a piada e, principalmente, quem está do outro lado dela. Porque eu consigo rir de mim mesma. Consigo ouvir coisas sobre mim, fazer piada com os meus próprios defeitos e de vez em quando reconhecer quando alguém tem razão. O que eu não consigo entender é por que existe uma diferença tão grande entre poder rir de mim e eu poder rir dos outros. E talvez seja justamente aí que a minha culpa está: eu achei que tinha liberdade para brincar dos dois lados. Achei que, se eu conseguia ouvir, também poderia falar. Só que, aparentemente, não funciona assim.

Então fico tentando entender qual é o limite. Até onde eu posso brincar? O que é engraçado e o que deixa de ser? Quem decide isso? Porque, quando a brincadeira é comigo, parece que eu deveria simplesmente rir. Quando a brincadeira parte de mim, parece que eu deveria ter mais cuidado ou somente ficar quieta. 

...

Talvez eu tenha passado do limite. 

Talvez tenha tocado em um ponto que não deveria. Talvez eu devesse simplesmente reconhecer isso, pedir desculpas e deixar para lá. Talvez... Mas reconhecer que errei não apaga o fato de que algumas coisas também me machucam. Eu acho que é isso que mais me incomoda. Não é exatamente a culpa. É a sensação de que, no final, eu sempre acabo sendo a pessoa que exagerou, que entendeu errado, que foi sensível demais ou que não soube brincar. Enquanto isso, todo mundo segue rindo. E eu fico aqui, tentando descobrir em que momento a brincadeira deixou de ser engraçada.

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postado por Nat às 23:59 • 16 agosto 2026 • 0 Comentário/s
Para a missão da semana contra o vilão, eu escolhi Relíquia do Tempoliste cinco coisas que fizeram parte do seu dia. Na verdade, eu queria corrida contra o relógio, mas acredito que eu seria a minha própria vilã e não quis me frustrar. E, apesar dos últimos dias terem sido quase iguais, acho que dá para montar uma lista com uma simples sexta-feira de agosto. Então...

1. Acordei atrasa - Acho um belo jeito de começar uma sexta, né? No final, deu tempo de arrumar a Alice, a lancheira e a mochila para a escola. Faltou muito pouco para eu mandar uma mensagem para a piruá e avisar que ela não iria, mas ela tinha prova, então tive que ser responsável. blé

2. Cortei a mão -  Na foto parece um simples arranhão, mas foi feito em um grampo solto do sofá e sangrou bastante. A sorte é que fui eu que me machuquei, e não as crianças. Ainda está dolorido, principalmente quando estico os dedos.


3. Voltei com os dramas coreanos - São tantas coisas para assistir que comecei a me perguntar o que eu realmente queria assistir por mim mesma, sem deixar que o hype falasse mais alto. A quantidade de séries e filmes que nunca comecei porque sempre tem um novo lançamento é um pouco grande. Então, depois de um momento de reflexão, decidi assistir aos novos dramas coreanos lançados na Netflix. rs.

4. Sextou, mas gripada - Hoje a gripe resolveu participar do meu dia do começo ao fim. Passei boa parte do tempo com o nariz entupido, espirrando e tentando ignorar o cansaço. Fiz o que precisava fazer em casa, e entre uma tarefa e outra, aproveitei qualquer oportunidade para sentar e descansar um pouco. No fim, foi só mais uma sexta-feira, mas com menos disposição, mais lenços de papel, uma vontade enorme de ir pra cama e o meu filho para cuidar.

5. E toda sexta a noite - Depois que comecei a namorar o meu então marido, toda sexta a noite a janta é "besteira". Hoje foi pizza de marguerita e guaraná :) Confesso que depois de cinco anos, já zerei quase todos os sabores de pizzas, esfihas, hamburgueres, beirutes, frangos frito, salgados e etc. Queria começar a era fitness? Sim. Vou começar? Não.

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postado por Nat às 23:37 • 14 agosto 2026 • 1 Comentário/s
Olá, pulgas saltitantes! Estou participando do BEDA do Entreblogs! Mais precisamente, do desafio da Jornada do Patrulheiro (BEWA), que consiste em escrever pelo menos uma postagem por semana. Eu já comecei o desafio, mas, antes de terminar o mês, quero apresentar a minha personagem: Faeryn Muktā, a Escriba Errante. A postagem vai ficar um pouco confusa, talvez. Tem significado de nome, palavras estranhas, personagem e provavelmente algumas coisas que só fazem sentido dentro da minha cabeça. Mas vamos lá.

A escolha do primeiro nome, Faeryn, não foi tão difícil. Sem um significado exato, podemos interpretar algo próximo de "fadas", "filha de fadas" ou "ligada à magia/natureza". Já Muktā é a abreviação da palavra Muktātman que em sânscrito, ātman pode significar "alma" ou "espírito", enquanto mukta significa "liberto". A combinação muktātman é registrada como "emancipada/alma liberta" — uma alma libertada. Vem da ideia de alguém que foi libertado de algo que a prendia, e não necessariamente algo físico. Então podemos dizer que Faeryn Muktā significa algo como espírito de fada com a alma livre ou libertada.

Escriba é aquele que se dedica à escrita, especialmente ao registro de acontecimentos, informações e conhecimentos. Nos tempos antigos, os escribas eram responsáveis por colocar histórias e fatos no papel, preservando tudo que era importe e que poderia ser esquecido. Já Errante é aquele que vaga de um lugar para outro, sem permanecer em um único lugar por muito tempo. É alguém que percorre diferentes caminhos, guiado pelo desejo de conhecer novos lugares e experiências. Juntos, Escriba Errante representa alguém que viaja pelo mundo enquanto registra tudo aquilo que encontra pelo caminho. Eu queria muito que a Faeryn passasse essa ideia de viajante: alguém que leva seu caderno e sua pena registrando os lugares que conhece, as pessoas que encontra e os acontecimentos que fazem parte da sua jornada. Para ela, escrever é uma forma de guardar um pouco de cada lugar por onde passa.

✳ Nome: Faeryn Muktā.
✳ Raça: Elfo.
✳ Classe: Cronista.
✳ Jornada: Jornada do Patrulheiro.
O mundo sempre lhe pareceu grande demais para ser visto apenas uma vez. Fez das estradas o seu lar e da curiosidade a sua maior companheira. Viaja por terras distantes, desbrava trilhas esquecidas e raramente resiste ao chamado de um lugar desconhecido, mesmo que isso às vezes lhe renda alguns problemas e, uma cicatriz para recordar. Entre uma aventura e outra, Faeryn abre seu velho caderno e transforma lembranças em palavras. Não coleciona apenas mapas ou paisagens, mas também encontros, lendas e pequenos momentos que tornam cada jornada única. Para ela, as maiores riquezas do mundo são aquelas que merecem ser lembradas.

"Alguns caminhos são especiais não pelo lugar onde terminam, mas pelas pessoas que encontramos."

Durante uma de suas viagens, Faeryn chegou a uma pequena vila justamente quando acontecia uma feira. Pretendia passar apenas uma noite, mas acabou se envolvendo em uma competição de tiro ao alvo organizada pelos moradores. Não ganhou, mas acabou conhecendo um grupo de viajantes que também estava de passagem. O que deveria ser apenas uma noite acabou se transformando em alguns dias de aventuras. Entre refeições compartilhadas, caminhadas pelas redondezas e muitas histórias contadas ao redor da fogueira, Faeryn acabou fazendo novos amigos. Antes de seguirem caminhos diferentes, ela registrou seus nomes e algumas das melhores lembranças daqueles dias em seu caderno. Ela seguiu viagem sem saber o que encontraria pela frente, mas pronta para descobrir.

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postado por Nat às 23:58 • 12 agosto 2026 • 1 Comentário/s
Esse texto está parado há mais tempo que qualquer outro. Talvez por ser sensível demais ou por eu não saber como expressar sentimentos confusos. O que era pra ser amor, amizade e qualquer outra coisa boa, na verdade, é uma mistura de tudo. Isso inclui ingratidão da minha parte também.

Porque é difícil falar sobre alguém que, ao mesmo tempo em que te fez feliz, também te fez sentir coisas que você não sabe explicar. É difícil separar as lembranças boas das ruins quando elas parecem morar no mesmo lugar, e talvez seja justamente isso que me fez demorar tanto para escrever.

Eu sei que existem coisas pelas quais sou grata. Sei das vezes em que fui cuidada, das coisas que recebi, dos momentos bons e de tudo aquilo que, olhando de fora, deveria ser suficiente para dizer “eu tive uma boa infância”. E talvez eu tenha tido. Mas isso não apaga o que doeu. E é aí que começa a parte complicada, porque admitir que algo me machucou parece, na minha cabeça, uma espécie de acusação. Como se reconhecer a minha própria dor significasse dizer que tudo de bom não valeu de nada. Como se eu estivesse sendo injusta, ingrata ou não tivesse o direito de me sentir assim. Só que sentimentos não funcionam desse jeito, né?

Eu posso ser grata e ainda assim ter ficado triste. Posso amar e ainda sentir medo. Posso guardar lembranças boas e, ao mesmo tempo, não querer reviver algumas delas. Talvez o mais difícil seja aceitar que essas coisas podem existir juntas, sem que uma torne a outra uma mentira. Talvez seja por isso que algumas lembranças sejam tão difíceis de colocar em palavras, porque nem sempre foram grandes acontecimentos isolados. Às vezes eram coisas pequenas, mas que, quando você é criança, parecem enormes. Um tratamento de silêncio que fazia a casa parecer muito maior e mais vazia do que realmente era. Um olhar que fazia você pensar duas vezes antes de abrir a boca. A sensação de não saber exatamente o que tinha feito, mas saber que tinha feito alguma coisa.

Não quero transformar todas as lembranças boas em algo ruim só porque algumas delas doeram. Também não quero fingir que nada aconteceu só porque hoje consigo olhar para algumas coisas de outra maneira. Acho que, por muito tempo, tentei escolher entre uma e outra, como se precisasse decidir se fui feliz ou se fui machucada. E hoje começo a entender que posso ter sido as duas coisas.

Bom, ainda tenho medo e ainda penso demais antes de tomar algumas decisões. Ainda procuro aprovação e, às vezes, me pego querendo ter certeza de que estou fazendo tudo certo. Uma parte de mim ainda é aquela criança tentando descobrir o que precisa fazer para não decepcionar. E acho que é justamente isso que estou tentando mudar. Não apagar o que aconteceu, não fingir que não doeu e muito menos transformar tudo em algo ruim. Só aprender que algumas escolhas podem ser minhas, mesmo quando ninguém diz que estão certas.

Ainda não sei fazer isso muito bem. Na verdade, provavelmente vou continuar pensando demais, procurando aprovação e me perguntando se estou fazendo a coisa certa. Mas agora consigo perceber que esse medo existe e que ele não precisa decidir tudo por mim. Eu não preciso escolher entre amar e reconhecer o que me machucou. Não preciso transformar as lembranças boas em mentira para validar as ruins. Posso guardar as duas coisas e seguir em frente com elas. E acho que, depois de tanto tempo, era isso que eu precisava dizer.


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postado por Nat às 23:54 • 07 agosto 2026 • 0 Comentário/s

Oi! :)
Hoje eu estou aqui para dizer que o beda finalmente acabou! Confesso que eu não aguentava mais XD O beda foi uma das piores ideias que eu poderia ter durante essa quarentena, porque eu não consegui me concentrar para elaborar qualquer postagem direito. E eu meio que esqueci que sou mãe e que a minha filha depende de mim para comer, tomar banho, brincar. E fora a minha mãe que não para de me chamar. Aah...
Enfim, pelo menos eu participei esse ano direito (quase), e pude postar todos os dias. Consegui tirar alguns rascunhos do fundo do baú, e agora não tenho quase nada. Só raiva e cansaço mesmo.

Resumo, prós e contras:

Nunca mais me deixem participar do beda, ainda mais na quarentena.
Pude fazer algumas postagens que eu sempre quis fazer.
Apesar dos percalços, valeu a experiência.


Queria agradecer a todos que comentaram durante esse mês de Abril, e que de alguma forma não me deixaram sozinha. A Max, que participou do beda também. Obrigada! ♡
Ainda não consegui responder todos os comentários, mas eu já estou resolvendo isso. Logo vou passar nos seus blogs e tentar retribuir o carinhos de vocês.
Vou ficando por aqui, vejo vocês em breve.
Beijos!


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postado por Nat às 21:30 • 30 abril 2020 • 7 Comentário/s
Me levaram de cadeiras de rodas até uma sala onde tinha outras grávidas em trabalho de parto, tudo separado por cortinas o que me fazia ouvir em alto e bom som, as outras mulheres gritando de dor. Nesse lugar deitada na maca, ouviram o coração da Alice de novo, e depois me fizeram ficar quase uma hora de baixo do chuveiro (parece que água ajuda a com a dor). Mas vou confessar, trinta minutos depois eu não aguentava mais aquela água batendo em mim, então eu pedi para sair e me pediram pra ficar um pouco mais. Assim eu fiz, porém dez minutos depois eu falei assim: “Mãe, fala que eu vou sair de qualquer jeito!”. Depois que sai, as enfermeiras me ofereceram aquela bola de pilates para fazer alguns exercícios para ajuda na dilatação, só que eu recusei (acho que eu mataria aquela bola), então elas falaram para fazer agachamentos quando sentisse as contrações.

Após os exercícios e exame de toque, lá se foram algumas horas. E antes da minha bolsa estourar, lá estava eu sonolenta mais uma vez deitada na maca, com aquela máquina ligada em mim para ouvir o coração da Alice. Esses últimos momentos foram bem ruinzinhos, pois teve uma hora que eu fiquei agoniada igual no chuveiro e queria levantar, tirar aquela máquina de mim, e quando fizeram eu vomitei pela última vez. Cansada, eu capotei na maca e só senti o último exame de toque, quando de repente minha bolsa estourou. Fui andando até a sala de parto, e depois de muita força, dor, achando que não ia aguentar, da minha mãe ajudando a empurrar, Alice nasceu. Ela nem chorou, só ficou me olhando com cara de brava, hahahaha!
Acho que é isso.

Parte Um - Parte Dois

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postado por Nat às 23:54 • 29 abril 2020 • 0 Comentário/s


Bom dia, boa tarde, boa noite! :)
Hoje é dia do último tema do Together do mês de Abril: Receitas Chocolatudas. Apesar de claro, para quem não entendeu, a ideia é dividir receitas que tenham como ingrediente principal o chocolate. Então eu separei duas receitas maravilhosas - que modéstia à parte, quando são preparadas por mim, ficam ainda mais maravilhosas - para fechar com chave de ouro o mês de Abril. Diante disso, lavem as mãos e coloquem o avental, e mão na massa!

Chocolate Quente

1 caixa de creme de leite
2 xícara de leite
3 colheres de sopa de chocolate em pó ou achocolatado
1 colher de sopa de amido de milho (maisena)
4 colheres de sopa de açúcar

Modo de Preparo

Junte o leite, o amido de milho, o chocolate em pó e o açúcar em uma panela. Leve ao fogo médio e mexa sem parar. Quando começar a engrossar, desligue o fogo e adicione o creme de leite. Mexa até ficar uniforme.

Danette

 1 litro de leite
 1 lata de leite condensado
 4 colheres de sopa de amido de milho (maisena)
 8 colheres de sopa de chocolate em pó ou achocolatado
 1 colher de sopa de margarina ou manteiga sem sal

Modo de Preparo

Coloque metade do leite no liquidificador, e bata com os outros ingredientes. (Eu coloco metade do leite, porque o meu liquidificador é pequeno, assim evito acidentes).
Depois de bater tudo, pegue uma panela grande e coloque a mistura, e o restante do leite. Mexa sem parar em fogo médio até virar um mingau. Passe o mingau para uma vasilha e depois que esfriar coloque na geladeira. Você pode deixar 5 horas ou a noite toda na geladeira, se você fizer a receita para comer no outro dia. Após esse tempo gelando, você vai pegar o seu doce e bater ele por uns 3 à 5 minutos na batedeira. Dizem que funciona também no liquidificador, mas eu acho mais prático na batedeira. E pronto, você pode comer direto, ou deixar gelar por mais uma hora antes de comer.

Resumo:
1 - Bater no liquidificador
2 - Levar ao fogo até virar um mingau
3 - Deixe gelar
4 - Bater na batedeira
5 - Deixar gelar por mais uma hora (opcional)


A receita do Danette foi um pedido da Lizzie. Então Lizzie, essa é pra você! Quero fotos e sua opinião, heim ;) E se mais alguém tentar fazer as receitas, por favor me falem o que acharam. Ou se tiverem qualquer dúvida, não hesitem em perguntar, ok?!
Beijos e até amanhã!


Esta postagem faz parte da Blogagem Coletiva de Abril do Together, um projeto para unir a blogosfera! Para saber mais, CLIQUE AQUI!

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postado por Nat às 21:00 • 28 abril 2020 • 0 Comentário/s


Quando eu estava assistindo um vídeo no YouTube no final de Março, apareceu a propaganda  do curso do O Casal da Foto. Fiquei curiosa e acabei me inscrevendo - já que era de graça e não "precisava" sair de casa. As aulas começaram no inicio de Abril, e acabaram na semana passada.

Aula 1 - Conhecendo os Professores e Foto da Cebola


Foram quatro vídeos, e o primeiro foi sobre usar a técnica da luz natural. A proposta do exercício era que você usasse uma cebola, pois se você consegue tirar uma boa foto de uma cebola, você pode fazer qualquer foto. E apesar de não gostar do resultado final da minha foto, aí está ela com a luz natural.
As outras aulas eu só vou conseguir treinar depois que a quarentena acabar, o que é uma bosta, porque eu fiquei animada para sair e começar a fotografar. Mas ok, eu ainda posso fazer algumas fotos dentro de casa, já que o principal ensinamento das aulas sempre foi o olhar fotográfico. Eles sempre deixavam claro que um fotografo não é feito da melhor câmera ou equipamentos, e sim de como aquele profissional consegue olhar para um ambiente, pessoa, etc e conseguir casar tudo em uma foto.
Well, foi bem legal todos os ensinamentos e quem sabe num futuro próximo, eu participe de novo. 
Beijos meus queridos!

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postado por Nat às 23:59 • 27 abril 2020 • 0 Comentário/s

Olá pessoas! Tudo bom?
Hoje é dia de tag esquecida XD Vou contar a história: Lá em 2018 a Ani (Saudades ♡) me marcou em uma tag, só que eu nunca tinha visto. Até que uns dias atrás, fuçando no blog dela, eu achei o post com o meu nome sendo indicado para fazer a tag (oh, God!). Mas gente, eu tenho uma desculpa boa por não ter visto. Em 2018, foi o primeiro ano de vida da Alice, então rolou muitas noites sem dormir direito, eu mal tinha tempo pra postar, tanto que naquele ano todo eu só fiz UMA postagem. Ok, talvez não seja uma boa desculpa, mas antes tarde do que nunca.
E antes de começar, eu tenho que falar que sou ruim de shipers e que provavelmente, eu não vou conseguir responder todas as perguntas.

Dar créditos ao Forever Sapo por traduzir a tag do tumblr.
Repassar a pelo menos 3 pessoas: Vou deixar pra quem quiser fazer.
É possível escolher entre dar respostas curtas ou elaborá-las.

1 - Fala do primeiro ship que alguma vez tiveste
Nossa, eu não lembro exatamente do primeiro, mas se puder chutar, diria que foi a Bulma e Vegeta.

2 - Fala dos três casais mais importantes que se interpuseram na tua vida
Elizabeth Bennet e Senhor Darcy; Vampira e Gambit; Blair e Chuck

3 - Qual é o teu OTP (One True Pairing) atual?
Meus shipers são de momento, então agora é a vez da Jane com o Rafael de Jane, A Virgem.
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postado por Nat às 23:55 • 26 abril 2020 • 0 Comentário/s


Não, eu ainda não cortei o meu cabelo nessa quarentena, mas estou querendo muito pintar ele de rosa. Minha mãe não gostou muito da ideia, aliás a família inteira (nenhuma novidade), mas acho que a Alice iria amar. Eles disseram que eu não tenho mais idade para fazer essas coisas, e ainda disseram que agora que sou mãe, deveria me comportar como uma. (?) Será que ficaria estranho? Os meus amigos acham que isso é falta de maturidade, e uma vez quando eu tinha metade do cabelo azul, um deles disse: "Você não vai crescer nunca?" Eu tinha 20 anos. Bom, mas não é sobre isso exatamente que eu quero falar. Hoje vou apresentar dois mv's sobre cortar o cabelo para esquecer alguém ou algo.

WINGS - Hair Short



Essa dupla que debutou e teve o disband em 2014, lançaram a música Hair Short como estreia para ensinar algumas coisas, ou talvez não. No mv as meninas cortam o cabelo, e de noite ele volta a crescer muito, o que pode significar que mesmo cortando o cabelo, algumas coisas dentro de nós não vai parar de crescer do dia pra noite. As duas estão apaixonadas pelo mesmo homem que fica com as duas (ai ai), então elas tentam superar esse amor cortando o cabelo para esquecer. Como isso não funciona, elas optam por uma medida mais drástica. O final é um tanto macabro.

"(Você terminou com alguém?)
Oh, não!
(Você está chorando)
Eu não estou chorando!
Porque você continua perguntando?
É apenas para uma mudança"
- Wings

AOA - Short Hair



A letra dessa música é um tanto confusa. No começo as meninas se mostram preocupadas com a aparência, e não gostam das roupas e do cabelo. Infelizes com o exterior, elas se questionam o que podem mudar para conquistar um novo amor. No rap da Jimin e da Chanmi, elas dizem que após cortar os cabelos, os problemas com as roupas acabaram (isso se chama autoconfiança). De qualquer forma, não vejo muito o mv casando com a música.

"Vou cortar meu cabelo curto antes de te encontrar
Por que me sinto um pouco estranha? Ooh!
Vou cortar meu cabelo curto e esquecer o passado
Eu vou renascer, vai ficar tudo bem"
- Ace of Angels


Acho que as duas músicas só queriam mostrar uma forma de seguir em frente, aquele primeiro passo para sair da nuvem de angústia. Mudar pode ser bom, ainda mais quando a gente não consegue ver novas oportunidades.

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postado por Nat às 20:00 • 25 abril 2020 • 3 Comentário/s


Como o hospital não era longe, chegamos em menos de uma hora, e lá dentro do hospital o pré-atendimento foi até rápido, só tive de ficar sentada enquanto as enfermeiras usaram uma máquina para ler os batimentos da Alice, e a minha mãe preenchia um formulário. O que mais demorou mesmo, foi a consulta com a ginecologista para saber se eu já iria ficar internada ou não. Só para ter uma noção, eu cheguei faltando vinte minutos para o meio dia e só fui atendida pela médica às duas horas da tarde. E nesse meio tempo, eu continuei sentindo contrações fortes, só que suportáveis. E como eu não conseguia ficar sentada ou parada por muito tempo, fiquei dando voltas nos corredores do hospital (dizem que andar ajuda a dilatar).

Depois de muito andar, sentar e vomitar (mesmo sem comer nada desde as 20h da noite passada), a médica chegou e fez o exame de toque para saber quantos centímetros eu tinha. Foi uma das coisas mais dolorosas que eu tive passar na vida, como se já não bastassem as contrações. Bom, exame feito e eu estava com 6cm, ou seja, iria ficar internada pois a Alice iria nascer logo. Confesso que levei um susto com a notícia, era um misto de felicidade, medo e vontade de sair correndo, mas eu não tinha pra onde correr. Tive que tirar toda a roupa e joias, e usar aqueles aventais de hospital.

Continua...

Parte um aqui

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postado por Nat às 23:19 • 24 abril 2020 • 0 Comentário/s
Sempre gostei, uma por causa do som das palavras, e outra por ter feira desde sempre na minha rua. E quando eu era criança, sempre ia na feira com os meus pais para comer pastel e tomar caldo de cana, e hoje em dia isso não acontece mais.

*São tempos difíceis. Mas na verdade sempre foram.* - pensei enquanto escrevia.

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Coisas boas que aconteceram hoje

1 - Eu estou muito feliz, porque hoje eu fiz o meu primeiro gif no photoshop! Ele é muito lindo, mesmo sendo simples.
2 - Hoje eu também fiz danette. Quer coisa melhor que chocolate cremoso de sobremesa?!







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postado por Nat às 23:37 • 23 abril 2020 • 1 Comentário/s
"Você não tem mais sonhos, todos eles são meus agora."

Naquela madrugada, você tentou por três vezes tirar o meu ar. Na aquela madrugada, você fechou a mão e esqueceu o amor. E eu me lembro todos os dias, daquele que eu não quero mais encontrar. O homem que eu via como salvação, era na verdade a minha perdição. Minha maior tentação. Você nunca mais vai voltar e mesmo se quisesse, a porta está trancada porque eu tranquei e joguei a chave fora. E eu fiz isso para não cair mais em tentação. Porque eu sei, que debaixo dessa carcaça tem alguém sozinho e triste. Mas eu não tenho culpa.

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postado por Nat às 23:59 • 22 abril 2020 • 3 Comentário/s
Hoje eu estava escutando os últimos álbuns lançados no kpop, e achei que seria uma ótima ideia compartilhar os meus álbuns favoritos com vocês. Só que não vai ter só de kpop (se você não sabe, eu sou eclética com músicas), então se preparem para uma mistura. E antes de começar, eu quero dizer que essa lista é pessoal, ou seja, é baseada no meu gosto apenas. Se você não concordar com as minhas escolhas, olha, eu sinto muito. Ou melhor, não sinto não. E outra coisa importante é que não existe uma classificação, todos eles estão no mesmo pódio pra mim. Dito isso, vamos começar!

2NE1 - CRUSH



Favoritas: Baby I Miss You; Good To You; Crush; If I Were You; Gotta Be You

A única parte ruim desse álbum é quando ele acaba, hahaha! Juro, não tem uma música ruim nele pra mim. Mas eu sou muito suspeita pra falar, porquê eu acho a discografia completa do 2NE1 simplesmente icônica. Mas vale a pena vocês ouvirem pelo menos as minhas favoritas desse álbum.

LOONA - [X X]



Favoritas: Curiosity; Satellite; Butterfly

Outro grupo que eu amo de paixão! LOONA tem três mini álbuns atualmente, e pra mim o melhor de todos é o segundo, XX. Essa era que as meninas viveram foi maravilhosa, fora as coreografias para as músicas que são perfeitas (aí satellite, eu te amo ♡). É outro álbum que eu recomendo ouvir todas as músicas, até porque são apenas seis músicas e uma é introdução, então você acaba rapidinho.

Avril Lavigne - Let Go



Favoritas: Complicated; Sk8er Boi; I'm with You; Too Much to Ask; My World

Quando esse álbum foi lançado, uns dias antes do meu aniversário de sete anos, eu nunca imaginaria que amaria tanto um álbum. Lógico que eu só fui conhecer ele alguns anos depois com uma caralhada de outros álbuns, mas ele é sem duvida até hoje o que eu mais amo da Avril. E pra quem não sabe, esse é o álbum de estreia dela, e foi bastante premiado na época.

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postado por Nat às 23:41 • 21 abril 2020 • 1 Comentário/s